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O bem que a presença dos nossos filhos não humanos faz a nossa saúde

O bem que a presença dos nossos filhos não humanos faz a nossa saúde

Se você parou um minutinho na correria do seu dia quando leu o titulo desta matéria é porque já sente o bem que os nossos filhos não humanos fazem a nossa saúde física e mental. Eles são mais que “animais de estimação”. Indiscutivelmente.

A chegada de um cão ou gato na nossa vida realmente é um marco. Um convite para despertar em nós o espirito cuidador de pai ou mãe. Tanto isto é fato que uma pesquisa do Hospital de Massachussets aponta que o cérebro humano reconhece sim os bichos como filhos, estabelecendo uma relação maternal.

Se você tem um pet sabe bem como somos “fisgados” pelo amor genuino que eles dedicam a nós, certo? E o melhor, você sente o bem que eles te fazem no corpo e na alma.

O ouvido e o coração educados pela escuta durante anos no atendimento em clinica veterinária de pequenos animais, sedimentou em mim a certeza de que os cães e gatos acessam os recônditos da nossa alma. Caixinhas internas onde o outro ser humano não tem permissão para entrar. Os bichos quebram estes muros e nos fazem mais saudáveis.

Que bom que os pesquisadores se dedicam a comprovar de forma metódica os benefícios da relação humana com os animais. Relação esta que se estabeleceu há mais de 15 mil anos atrás através da domesticação. Seguem alguns deles:

– Diminuição de estresse e ansiedade

– Redução de pressão arterial

– Liberação de endorfina, substância com grande poder analgésico e promotora de bem estar

– Combate a depressão e a solidão

– Auxilia na perda de peso e socialização dos tutores que estabelecem rotina de passeios em parques e praças.

Pesquisas mais recentes nos trazem dados surpreendentes sobre o bem que os peludos nos fazem.

É atribuída à convivência com gatos, a diminuição de risco de AVC e doenças cardíacas. O estudo foi conduzido por 20 anos na Universidade de Minnesotta com cerca de 4500 pessoas.

Aquelas que não conviviam com os bichanos tiverem risco 40% maior de morrer de ataque cardíaco que as outras. A causa pode ser atribuída a diminuição da ansiedade que este convívio proporciona.

Outra descoberta interessantíssima sobre o bem que os animais nos fazem vem da Universidade Belfast do Queens, na Irlanda, e pela Universidade de Lincoln, na Inglaterra, onde diabéticos ou pessoas hipoglicêmicas podem treinar seus cães para detectar a queda dos níveis de açúcar.

Os cães podem ter a percepção da redução do índice glicêmico através da  mudança de comportamento do tutor ( imperceptível para nós) ao sentir a liberação de feromônios por meio do suor. O tema continua em estudos, mas para quem convive com os pets sabe que isto é perfeitamente possível.

Hoje os bichos são muito bem vindos também nos hospitais. Vários deles já permitem o acesso de animais nos espaços de UTI e internação, pois é fato que eles auxiliam na recuperação dos pacientes.

Nossa experiência com os animais no ambiente hospitalar, nos residenciais para idosos e nos abrigos de crianças e jovens, tem reforçado os resultados das pesquisas.

O amor dos animais é transformador. Nos torna mais humanos e fraternos.

Nestes locais de dor e algum sofrimento encontramos corações que se derretem por um “lambeijo”, por um olhar confiante e generoso de um cão. Os animais abrem o caminho com imensa serenidade. Depois deste auxilio, começa a nossa tarefa de acolhimento.

Que dizer da presença de pets no ambiente de trabalho? Como você se sentiria se pudesse trabalhar e ter seu “filho” ali ao seu lado? Pois é, em uma empresa americana localizada em Greensboro, na Carolina do Norte, pesquisadores avaliaram por uma essa semana os funcionários, sendo que estes poderiam levar seus cães ao trabalho caso desejassem.

Claro que para aqueles que levaram os dogs ao trabalho o dia pareceu menos estressante do que o dos funcionários sem pets. Estes mesmos funcionários, nos dias sem os pets, pareciam mais estressados.

Já pensou no dia petfriendly na sua empresa? Talvez nos surpreendamos com a alegria e a produtividade que teremos.

Diante de tanta beleza e companheirismo, concluímos que podemos sim viver sem eles, mas que a vida ganha cores e vivacidade com eles, é fato.

Sua saúde fica e emocional agradece.

Gratidão pela leitura

Suraia Aissami

*** matéria publicada na www.aempreendedora.com.br / @aempreendedora

 

 

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